Escutando o sorriso dos pássaros
quinta-feira, março 29, 2012
quinta-feira, novembro 03, 2011
sexta-feira, outubro 30, 2009
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This is not FarmVille
domingo, outubro 25, 2009
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sábado, outubro 17, 2009
"Jardim Zoológico de Cristal"
aqui Jornalista: Carla Carvalho; Repórter de Imagem: António Pereira; Edição de Imagem: Francisco Carvalho
"Jardim Zoológico de Cristal", de Tennesse Williams, está no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, hoje e amanhã e depois vai deambular por aí. (Galiza, Porto, Lisboa, Aveiro, etc.)
aqui Jornalista: Carla Carvalho; Repórter de Imagem: António Pereira; Edição de Imagem: Francisco Carvalho
"Jardim Zoológico de Cristal", de Tennesse Williams, está no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, hoje e amanhã e depois vai deambular por aí. (Galiza, Porto, Lisboa, Aveiro, etc.)
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Teatro e afins
quinta-feira, outubro 15, 2009
Uns minutos antes de morrer
"Concierto de Aranjuez", 2º andamento, de Joaquin Rodrigo; Paco de Lucía com a Orquestra de Cadaqués
Na casa velha as tábuas do soalho rangem debaixo dos pés. O Douro cobalto avista-se da janela e o ruído feio da rua mistura-se com a guitarra de Paco de Lucía. As gaivotas dançam acima das copas dos plátanos e há bandeiras de Portugal que deslizam sobre as águas.
Antes que se chegue ao 3º andamento já o espelho negro segue salpicado de luzes enganosas. Ninguém está seguro.
"Concierto de Aranjuez", 2º andamento, de Joaquin Rodrigo; Paco de Lucía com a Orquestra de Cadaqués
Na casa velha as tábuas do soalho rangem debaixo dos pés. O Douro cobalto avista-se da janela e o ruído feio da rua mistura-se com a guitarra de Paco de Lucía. As gaivotas dançam acima das copas dos plátanos e há bandeiras de Portugal que deslizam sobre as águas.
Antes que se chegue ao 3º andamento já o espelho negro segue salpicado de luzes enganosas. Ninguém está seguro.
quarta-feira, outubro 14, 2009
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Postais de Elsinore
segunda-feira, outubro 12, 2009
Num dia como hoje, escuro como o breu, viajo para lugares que nunca vi à boleia de memórias alheias


Ilha Terceira, Açores, 1961


Ilha Terceira, Açores, 1961
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Postais de Elsinore
sábado, outubro 10, 2009
BOPNP*

©Carla de Elsinore/Foto durante o discurso do Inauguration Day
Provavelmente é a esta lei das coisas que a América chama check and balance.
* Barack Obama, Prémio Nobel da Paz

©Carla de Elsinore/Foto durante o discurso do Inauguration Day
Provavelmente é a esta lei das coisas que a América chama check and balance.
* Barack Obama, Prémio Nobel da Paz
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Coisas da vida
quarta-feira, outubro 07, 2009
segunda-feira, outubro 05, 2009
i de um singular presente de aniversário. Muito obrigada, Francisco!

© Francisco Carvalho, NU SINGULAR
Nota: clique para AUMENTAR mas não se assuste com a foto.

© Francisco Carvalho, NU SINGULAR
Nota: clique para AUMENTAR mas não se assuste com a foto.
sexta-feira, outubro 02, 2009
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Dípticos
domingo, setembro 27, 2009
Até Sempre, Jorge!

JORGE VASQUES (1958, Coimbra - 2009, Porto)
A notícia chegou de madrugada, na forma de telefonema curto e incrédulo. O Jorge já não está cá. Horas depois, com uma noite mal dormida pelo meio, as palavras continuam a não fazer sentido e só me vem à cabeça o facto de, como seria habitual, não o ter cumprimentado depois do ensaio de imprensa de "O Feio", na última vez que o vi. Um pensamento absurdo, muito menos que morte.
Até sempre, Jorge. O teu sorriso e as estórias ficam comigo. A tua estrela brilha.

JORGE VASQUES (1958, Coimbra - 2009, Porto)
A notícia chegou de madrugada, na forma de telefonema curto e incrédulo. O Jorge já não está cá. Horas depois, com uma noite mal dormida pelo meio, as palavras continuam a não fazer sentido e só me vem à cabeça o facto de, como seria habitual, não o ter cumprimentado depois do ensaio de imprensa de "O Feio", na última vez que o vi. Um pensamento absurdo, muito menos que morte.
Até sempre, Jorge. O teu sorriso e as estórias ficam comigo. A tua estrela brilha.
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Teatro e afins
quinta-feira, setembro 24, 2009
"La Douce"
Ontem a Casa da Música recebeu a estreia mundial de "La Douce", obra do compositor Emmanuel Nunes, também responsável pela adaptação dramatúrgica do conto homónimo de Fiódor Dostoiévski (em português, "A Submissa"), classificada como teatro musical e acerca da qual o próprio escreveu qualquer coisa como (cito de cor), " a música é paisagem sonora e os actores são haupstimme", conceito musical que tomei a liberdade de traduzir por "voz principal" - apesar de ter inúmeras vezes lembrado os 11 leitores deste blogue que de música...não entendo nada.
Em todo o caso, aqui deixo para os interessados, a reportagem televisiva que fizemos no dia do ensaio geral (um pequeno nada):
Reportagem exibida no Cartaz da SIC Notícias
Para quem tem curiosidade por detalhes sórdidos, diga-se que cerca de 10% dos 900 espectadores que esgotaram ontem a lotação da Sala Guilhermina Suggia, abandonaram o espectáculo antes do fim.
É o que sempre digo, sem menosprezar o direito de cada um gostar ou não de uma obra de arte: fiquem em casa que o ambiente agradece e as pessoas que até querem ver os espectáculos, malgré tout, também dão o seu contributo para o bom ambiente ao reduzirem substancialmente os seus instintos assassinos.
Só para terminar uma nota: das 3 vezes que tive oportunidade de assistir a espectáculos com obras de Emmanuel Nunes não pude deixar de comover-me com a emoção que transborda das pessoas que absolutamente o adoram e é uma coisa assim sem explicação, sinto-me tentada a adorá-lo também.
Ontem a Casa da Música recebeu a estreia mundial de "La Douce", obra do compositor Emmanuel Nunes, também responsável pela adaptação dramatúrgica do conto homónimo de Fiódor Dostoiévski (em português, "A Submissa"), classificada como teatro musical e acerca da qual o próprio escreveu qualquer coisa como (cito de cor), " a música é paisagem sonora e os actores são haupstimme", conceito musical que tomei a liberdade de traduzir por "voz principal" - apesar de ter inúmeras vezes lembrado os 11 leitores deste blogue que de música...não entendo nada.
Em todo o caso, aqui deixo para os interessados, a reportagem televisiva que fizemos no dia do ensaio geral (um pequeno nada):
Reportagem exibida no Cartaz da SIC Notícias
Para quem tem curiosidade por detalhes sórdidos, diga-se que cerca de 10% dos 900 espectadores que esgotaram ontem a lotação da Sala Guilhermina Suggia, abandonaram o espectáculo antes do fim.
É o que sempre digo, sem menosprezar o direito de cada um gostar ou não de uma obra de arte: fiquem em casa que o ambiente agradece e as pessoas que até querem ver os espectáculos, malgré tout, também dão o seu contributo para o bom ambiente ao reduzirem substancialmente os seus instintos assassinos.
Só para terminar uma nota: das 3 vezes que tive oportunidade de assistir a espectáculos com obras de Emmanuel Nunes não pude deixar de comover-me com a emoção que transborda das pessoas que absolutamente o adoram e é uma coisa assim sem explicação, sinto-me tentada a adorá-lo também.
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